Agência Brasil de Publicidade

Restrospectiva 2011.

Em 2011, quero agradecer a minha familia que sempre me apoiou em todos os sentidos e quando eu mais precisei, estavam lá, preparados para me dar o amparo que eu precisava, me dar forças e me fortalecer.
Quero agradecer de todo meu coração a minha familia, que hoje, mesmo distante, estarão para sempre no meu coração.

Em 2011 eu aprendi a valorizar todas as amizades que conquistei ao longo dos anos.
Amigos são nosso maior patrimônio e não podemos viver sem. Eu aprendi que nossas amizades, quando verdadeira espantam quaisquer problemas e dificuldades que tenhamos. Eu fui muito feliz ao lado de todos os meus amigos que compartilharam cada momento neste ano tão especial.

   .  

Um beijo especial para minha grande amiga,

  

Paulinha, amiga de muitos anos, que me apresentou a pessoa mais importante de toda a minha vida, até hoje. Com ela eu aprendi
a dar valor a vida, mudei meu ponto de vista sobre alguns assuntos e pela primeira vez na minha vida conheci o lado do espiritismo. Aprendi a ter mais responsabilidades e mesmo com todas as dificuldades financeiras que enfrentei, ela sempre me apoiou e ficou do meu lado, mostrou ser minha companheira, e é sem dúvida nenhuma uma pessoa muito especial e maravilhosa. Quero te dizer Juliana que você está sendo muito importante na minha vida e que serei eternamente grato a você, por tudo que você fez, e quero também deixar registrado todo o meu amor por você.

     

Conheci novas pessoas entrei para uma nova família, que me aceitaram, me respeitaram e me fazem feliz.
Quero desejar um feliz ano novos aos meus cunhados, Junior, Moisés e Cristiane, para minha sogra Marise, para minhas “sobrinhas”  Duda e Larissa e par a vó do meu amor, Dona Lourdes.

Com meu amor, aprendi a enfrentar as diferenças, conheci gente nova, pessoas legais que que hoje também fazem parte da minha vida.

  

Alice, você é hiper legal, foi um prazer conhece-la, assim como os demais paranistas que souberam me respeitar.

Quero desejar a todos um feliz 2012 repleto de alegrias e realizações.
E que 2012 venha com tudo para compartilharmos cada momento.

Abraços e até mais.

Uma singela homenagem!


Eu nem me importo quanto tempo passou, desde a ultima vez que ouvi você,eu não me importo se você tem um conto de fadas ideal, mas eu estive pensando por um longo tempo,estou começando a pensar, eu fiz algo errado? Você acha que contos de fadas são mentiras? Então eu nunca poderei ser o seu príncipe encantado. Você pode não entender, mas desde que disse que me amava,no meu céu as estrelas, começaram a brilhar, estou disposto a mudar, ser o anjo que você ama nos contos de fadas,vou estender minhas asas para protegê-la, você tem que acreditar, acreditar que seremos como um conto de fadase viveremos felizes para sempre.Queria te dizer, que não sou uma pessoa perfeita, tem muitas coisas que queria que não tivesse sido feito,mas eu continuo aprendendo, eu nunca quiz ter feito aquelas coisas pra você, e então eu tenho que dizer novamente Eu só quero que você saiba, eu encontrei uma razão pra mim, para mudar o que eu costumava ser, uma razão paracomeçar de novo, e a razão é você.

Eu amo muito você Juliana!

Anunciar através de serviços profissionais nunca será um gasto e sim, sempre será um investimento. Pense bem: sua campanha será vista por milhares ou até milhões de pessoas e as peças vão impactar todas elas de alguma forma. E é aqui que a qualidade faz a diferença. Enquanto o “micreiro” vai colocar o máximo de informações em um outdoor ou busdoor, a agência saberá como se comunicar com eficiência e conquistar o público-alvo em menos de dez segundos.

Juntando a vontade de economizar dos empresários e a facilidade em encontrar pessoas dispostas a criar anúncios sem conceitos facilitam a espalhar a idéia que muita gente tem de que propaganda é algo dispensável. Se a Nike, Adidas, Coca Cola e outras marcas gigantes pensassem assim, certamente elas estariam mortas nas mentes e corações do público nos dias de hoje.

Se você é empresário, é bom lembrar que:

O micreiro não sabe criar posicionamento o produto que ele está anunciando;

O sobrinho-que-mexe-no-Corel-Draw não entende de diagramação e outros elementos essenciais para uma boa Direção de Arte;

O seu amigo que “quebra um galho” criando o folder da sua empresa não tem idéia de como criar um texto publicitário e não vai se importar com eventuais erros gramaticais;

A sua “eugência” vai veicular os seus anúncios nos meios que ele conhece, sem se importar com o seu público-alvo;

O bom e velho ditado “o barato sai caro” também deve ser seguido por aqui.

Resumindo: publicidade de qualidade é o melhor fermento para qualquer empresa.

Matéra retirado do Blogcitário.

Clique aqui para ver a matéria original.

Outdoor!

Se fossemos considerar a tradução literal da expressão inglesa outdoor, o seu significado seria “do lado de fora da porta “. Publicitariamente, porém, palavra Outdoor tem um significado muito mais específico. Ela começou a ser utilizada como uma abreviatura da expressão outdoor advertising, que significa, numa tradução não acadêmica, propaganda ao ar livre. E, de fato, o termo Outdoor, em vários países do mundo, designa todo e qualquer tipo de propaganda colocada externamente, ao ar livre.No Brasil, contudo, há uma diferenciação entre Outdoor e propaganda ao ar livre em geral. Mesmo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa prevê dois significados para a palavra : “(1) Designação genérica de qualquer propaganda (painel, letreiro luminoso, parede pintada, etc.) exposta ao ar livre e que se caracteriza por forte apelo visual e comunicação instantânea. (2) Restritivamente, grande cartaz com essas qualidades colocado no exterior, à margem das vias públicas ou em pontos de boa visibilidade.” E o dicionário ainda lembra : a pronúncia correta é “autdor”. O fato é que, por costume ou convenção, atualmente, no Brasil, denomina-se o outdoor a tabuleta de 9 metros de comprimento por 3 de altura, onde são afixadas 32 folhas de papel que, em seu conjunto, formam a mensagem. Todos os demais tipos de propaganda ao ar livre não devem ser considerados como outdoor, conforme será especificado mais adiante.Assim, o outdoor é uma das formas de se fazer propaganda ao ar livre. Todo outdoor é uma propaganda ao ar livre, mas nem toda propaganda ao ar livre é um outdoor.

“Ficha técnica” de um outdoor
Também conhecido como cartaz mural, o outdoor atual é formado por chapas galvanizadas pregadas em armações de madeira. As armações são feitas com vigas de madeira, caibros e sarrafos. Cada quadro recebe uma moldura, também construída com chapas galvanizadas pregadas sobre madeira. A construção das tabuletas pode sofrer algumas variações, dependendo da empresa exibidora, mas basicamente são as seguintes as especificações destes materiais:

Chapas galvanizadas número 26
Armações de madeira (caixilhos) de 2,5cm por 5cm de espessura
Vigas de madeira de 6 x 12cm Caibros de 6 x 8cm
Sarrafos de 10 x 2,5cm e de 3 x 12cm
Cada empresa emprega o seu próprio método construtivo, mas pode-se identificar basicamente as seguintes formas tradicionais para a colocação das tabuletas:

Com escoras inclinadas feitas de vigas (6 x 12cm) colocadas na parte de trás da tabuleta. Este sistema é usado geralmente para a colocação de quadros em terrenos onde a estrutura pode tomar um espaço maior. Colocação feita em caixa (duas linhas de vigas verticais em paralelo ) com espaçamento de 80cm de uma para a outra, ou sem escora, com vigas triplas. Estas tabuletas são colocadas normalmente em locais onde há pouco espaço.
A partir da metade da década de 80, começaram a ser desenvolvidas novas formas de instalações, como, por exemplo, a colocação com o uso de tubulações de ferro de 4 polegadas e 7 metros de comprimento, com chumbadores concretados no solo. Estes novos esquemas de instalação surgiram a partir de duas necessidades básicas : (1) o custo da madeira superou o custo do metal, nascendo assim a tendência da metalização quase que completa das estruturas das tabuletas. E (2) os espaços urbanos passaram a se tornar cada vez menores, exigindo que as tabuletas fossem instaladas ocupando o mínimo de área. A área útil da tabuleta pronta mede 8,80 x 2,90m (sem moldura) ou 9 x 3m, incluindo a moldura. É costume de cada empresa exibidora identificar suas tabuletas através da cor e/ou do formato de suas molduras. Além disso também são colocadas sobre os quadros pequenas placas de identificação onde constam o logotipo e o telefone da empresa responsável. Estas placas medem, em média, 80 x 60cm. Todas as tabuletas são devidamente licenciadas e possuem seguro, sendo de responsabilidade da empresa exibidora os danos materiais e pessoais que porventura as placas venham a causar. As tabuletas são instaladas em terrenos alugados, e são regulamentadas pelo poder público, gerando assim receitas de locações, taxas, impostos, enfim, riquezas para particulares e para a municipalidade. Instaladas as tabuletas, elas estão prontas para receber o anúncio propriamente dito, que é formado por 32 folhas de papel coladas. Quando o anúncio contiver apliques especiais, estes são confeccionados praticamente de forma artesanal, estudados e viabilizados caso a caso.

Como se cola
As folhas saem da gráfica numeradas no verso, para orientar o trabalho do colador. Na colagem, as folhas são fornecidas ao colador de forma que ele inicie seu trabalho afixando a primeira no canto superior esquerdo da tabuleta. A segunda a ser colada é a que se posiciona à direita desta primeira. Após isso, o colador passa para a carreira de baixo, colando também duas a duas. E assim, aos pares, as folhas são coladas de forma que o colador mude a posição de sua escada o menor número de vezes possível. Numa colagem, a escada é mudada de posição quatro vezes. Quando da impressão do cartaz, é praxe que o anunciante autorize a impressão de uma quantidade 10% maior que o número necessário. Este excedente servirá para a manutenção das folhas que venham ocasionalmente a ser danificadas. O período de veiculação é de 15 dias. Após este prazo, outro cartaz é colado, sobrepondo-se ao primeiro e assim sucessivamente, até que seja realizada uma raspagem sobre a tabuleta (operação realizada normalmente após três colagens), eliminando as folhas anteriormente coladas.

Então, o que não é outdoor?
De uma forma geral, todo e qualquer tipo de propaganda ao ar livre que não se encaixe na definição do capítulo anterior, não deve ser considerado outdoor. Se a mensagem não é formada por folhas de papel coladas, por exemplo, ela não é outdoor. Se ela não mede 9 x 3 metros também não é considerada outdoor. São várias as formas de propaganda ao ar livre – não outdoor – utilizadas no Brasil. Entre as mais conhecidas há o painel, geralmente formado por chapas pintadas, das mais diversas dimensões. Os painéis podem ser instalados em estruturas similares às utilizadas nas tabuletas (daí muitos confundirem painel com outdoor ) ou afixados diretamente sobre as paredes de edifícios. Nos centros urbanos, também é grande a utilização dos luminosos, confeccionados nos mais diversos tamanhos e em vários tipos de materiais. Há luminosos de acrílico, de neon, de vinil, e até painéis eletrônicos luminosos controlados por computador.

As opções da propaganda ao ar livre se alteram constantemente
São muito variadas as formas de se anunciar ao ar livre. A pesquisa de materiais se multiplica com a tecnologia, gerando vários veículos à disposição dos anunciantes. Muitos destes veículos, inclusive, são conhecidos pelo nome comercial registrado pela empresa que o desenvolveu. Além dos já citados painéis e luminosos, o anunciante em propaganda ao ar livre tem à sua disposição várias opções, como propaganda em ônibus, em relógios/termômetros, balões de gás, semáforos, em faixas puxadas por aviões, em metrôs e trens, enfim, em qualquer elemento do chamado “mobiliário urbano” que possa ser visto por um número significativo de consumidores. Tudo isso é propaganda ao ar livre. Outdoor, porém, só o especificado no capítulo anterior.

Quando, como e por que utilizar o outdoor
Como tudo em propaganda, não há regras definidas quanto à utilização ou não-utilização do outdoor numa campanha publicitária. Existem apenas tendências. Para o planejamento publicitário, assim como ocorre com a mídia e com a criação, cada caso é um caso. De uma forma geral, o mercado segue alguns preceitos básicos que podem (e devem) ser sempre questionados na hora de e elaborar um planejamento publicitário:

O outdoor é um meio de grande impacto – Sempre que um produto ou serviço necessite ser anunciado com uma grande dose de impacto, o outdoor é sempre um dos meios mais lembrados. Sendo um meio que participa diretamente da paisagem urbana (e conseqüentemente no cotidiano das pessoas ), e com as proporções ampliadas que possui, o outdoor está sempre diretamente relacionado com o conceito de impacto da comunicação.

O outdoor é um dos meios que mais exibe o produto. E que menos explica – Poucas vezes um produto é exibido em dimensões tão ampliadas e de forma tão intermitente como num outdoor. Suas dimensões e o período em que ele exibe uma mensagem (24 horas por dia, durante 15 dias) o torna um dos meios que mais expõe (quantativamente) um produto ou serviço. Não há, porém, espaço para maiores explicações. Características técnicas de um produto, manual de instruções, endereço da rede de lojas e outros tipos de informações, endereço da rede de lojas e outros tipos de informações, definitivamente não fazem parte de um cartaz eficiente, sob pena de o fator Impacto, explicado anteriormente, ficar totalmente comprometido.
O outdoor é quinzenal – O outdoor permite também a renovação quinzenal de mensagens, o que o torna ágil o suficiente para anunciar liquidações, promoções, cursos, exposições e qualquer outro produto e serviço que exija essa rapidez. Com as datas de colagem programadas, o outdoor se presta também a qualquer tipo de mensagem que contenha uma data fixa ou um prazo de validade (promoções especiais, eventos, etc.). Um bom planejamento, porém, deve sempre levar em consideração o prazo necessário à impressão do cartaz. Somente somando-se prazos de impressão aos de veiculação, um bom planejamento poderá prever, por exemplo, grandes anúncios de oportunidade, ou campanhas específicas para data comemorativas.

O outdoor é instantâneo – O outdoor consegue comunicar uma mensagem de maneira praticamente instantânea. Através de uma colagem bem planejada, pode-se cobrir toda uma cidade do dia para a noite, aumentando-se ainda mais o já citado impacto da comunicação.

O outdoor é um enorme display – Assim como um cartaz de ponto de venda ou um display, o outdoor é um meio que acompanha o consumidor até a hora da compra. Pouquíssimos consumidores estão lendo jornais e revistas durante o ato da compra. Tampouco vendo televisão ou escutando rádio. Porém, um cartaz bem colocado (na frente de um supermercado, por exemplo) pode servir como um enorme material de ponto de venda, decidindo a compra final por parte do consumidor, ou até mesmo informando sobre um produto que esse consumidor não conhecia até passar em frente ao supermercado.

Criação

Fazendo arte em 27 metros quadrados
Tanto na propaganda como nas artes em geral, cada veículo de comunicação tem sua linguagem específica. Não é difícil perceber que uma mesma idéia pode e deve ser comunicada das formas mais diferentes possíveis, dependendo do veículo que a está comunicando. Como contar, por exemplo, a vida de um personagem histórico? Depende de onde esta história será contada, se na televisão, no cinema, no rádio, num livro ou simplesmente de forma verbal. Cada veículo irá necessitar de uma linguagem diferenciada. Em propaganda, o raciocínio é exatamente o mesmo. Como criar uma peça publicitária ? Depende de onde ela será veiculada, se na televisão, no rádio, em revistas, jornais, cinema ou outdoor. E criar para outdoor requer cuidados e habilidades específicas que todo criador publicitário deve levar em consideração antes de começar a colocar suas idéias numa folha em branco:

Ninguém pára e fica olhando um outdoor – Quem vê um cartaz publicitário, quase sempre está em movimento. Seja de automóvel, de ônibus ou mesmo a pé, o fato é que o outdoor eficiente deve comunicar a mensagem de forma extremamente rápida. O consumidor se senta para assistir televisão, para ler jornais e revistas e para ir ao cinema, mas raramente alguém permanecerá de pé, durante alguns segundo, em frente a um outdoor, só para vê-lo e entendê-lo. Rapidez na comunicação é fundamental. Existe até uma tendência no mercado publicitário norte-americano, onde os criadores, antes de mais nada, desenvolvem o outdoor para a campanha, mesmo que não esteja previsto este tipo de mídia para o produto em questão. Criado o outdoor, o restante da campanha é desenvolvido em função dele, tamanha é a sua capacidade de síntese, o que favorece bastante o resultado final, em termos criativos.

Seja simples e claro – Simplicidade e clareza são requisitos básicos para a criação de um bom outdoor. A mensagem será mais eficiente na medida em que ela for concisa, enxuta, facilmente memorizável e – claro – contiver a dose necessária de criatividade e emoção indispensáveis a todo e qualquer tipo de peça publicitária. Porém, como ser simples e claro ? Sem a pretensão de ditar regras ou prescrever receitas, alguns cuidados básicos são importantes:

- Utilize tipos de letra de fácil visualização. Evite tipos enrolados, complicados, barrocos, com muito rococó ou coisas do gênero.

Quanto ao número máximo de palavras que devem constar num outdoor, não há nada ortodoxamente definido. David Ogilvy, fundador da Ogilvy & Mather, uma das maiores agências de propaganda do mundo, defende a tesa de que um outdoor não pode ter mais do que cinco palavras, William Bernbach (da norte-americana DDB, uma das agências mais criativas de que se tem notícia) é mais condescendente e amplia para oito este limite. Já Washington Olivetto, da W/Brasil, argumenta que não deve ser colocado nenhum tipo de limite numérico em relação a este assunto, defendendo a idéia de que uma boa idéia independe do número de palavras necessário para externá-la. Nos modernos centros urbanos, com o crescente número de automóveis, a visualização de um outdoor acontece de forma cada vez mais compulsória, mas, mesmo assim, alguns cuidados básicos são necessários para que esta visualização se torne ainda mais eficiente :

- Não conte história. Tente sintetizar ao máximo a idéia e o conceito do produto ou serviço a ser anunciado, tanto no texto, como no layout.

- Não abuse das informações visuais. Lembre-se que a proliferação de informações visuais distintas (logotipo, chamada, foto, ilustração, splash, endereço, tarja, etc.) só tende a poluir visualmente o cartaz e, consequentemente, diminuir o seu impacto.

- É importante não apenas sintetizar o número de informações visuais, como também apresentá-las da forma mais limpa, nítida e legível possível. Ao ilustrar um cartaz, por exemplo, com um sapato, fica fácil perceber que ele ficará mais fácil de ser compreendido visualmente se ele for fotografado de perfil, e não de frente. Sendo o outdoor um meio essencialmente visual, ele não pode deixar dúvidas quanto à sua visualização.

- É conveniente ainda que as cores utilizadas no cartaz apresentem um sensível contraste entre si. A criação deve se aproveitar do fato de o outdoor estar em exibição também durante a noite, e levar em conta que letras vermelhas sobre fundo preto por exemplo, poderão dar um resultado pouco satisfatório. Um bom anúncio é aquele que se destaca – Em todos os veículos publicitários, o anúncio tenderá a ser mais eficiente na medida em que ele se destacar dos demais. Um spot de rádio, colocado no meio de meia dúzia de outros, deve ter elementos que o faça sobressair dos demais e chamar a atenção para sua audição. Da mesma forma, um pequeno anúncio de jornal ou revista deve se sobressair numa página, onde é veiculado ao lado de vários outros, e assim sucessivamente com todos os meios de comunicação. Num outdoor, a “concorrência”, por assim dizer, é maior. Um anúncio de outdoor deve se sobressair não somente dos outros outdoors colocados ao seu lado, como também dos prédios, das ruas, sinais de trânsito, placas diversas, automóveis, postes, fios elétricos, do próprio céu.

O outdoor é mídia por natureza – Contrariamente aos demais veículos, o outdoor só veicula propaganda. Poucas pessoas ligam a TV, compram jornais e revistas com a finalidade principal de ver os anúncios. No outdoor, não há nada além dos anúncios para se ver, motivo pelo qual a criação deve realizar todos os esforços para ser a mais atraente possível.

Há produtos que funcionam mais ou funcionam menos num outdoor? – Tudo é muito discutível. Há alguns anos dizia-se que o outdoor não era um veículo adequado à propaganda de bebidas em função de sua horizontalidade (e as garrafas são verticais). Esta tese vigorou até o momento em que ótimas criações foram desenvolvidas para a Caninha Pirassununga 51, que usavam e abusavam desta mesma horizontalidade. De uma forma geral, os produtos menos adequados à utilização do outdoor seriam aqueles que necessitassem de maiores explicações e argumentações, ingredientes que, como já vimos, não fazem parte de uma boa receita de outdoor. Nestes casos, o outdoor é mais indicado como sendo um dos veículos da campanha, onde se supões a existência de outros meios destinados a explicação do produto propriamente dito. Exemplificando: é viável um outdoor onde conste o logotipo e o slogan de um empreendimento imobiliário, desde que existam outros veículos (jornal, por exemplo) mostrando a planta, condições de pagamento, mapa de localização etc. Sobre este assunto, Roberto Duailibi, da DPZ, é taxativo : “Na minha opinião, todo e qualquer produto pode ser anunciado em outdoor”.

A criação para o outdoor deve ser específica – Como já foi colocado, cada veículo tem a sua linguagem própria. E o outdoor não foge à regra. Assim, é desaconselhável que a peça em outdoor seja uma pura e simples adaptação de um outro anúncio já criado, para a mesma campanha, mas para um veículo diferente. Ou seja, dificilmente os resultados são positivos quando se transpões para o outdoor o mesmo layout e a mesma ilustração que foram utilizados, por exemplo, no anúncio de revista. Ou quando simplesmente se aproveita um fotograma do filme já produzido para ser transposto para o cartaz. É uma simples questão de linguagem : a melhor peça teatral do mundo ficaria sofrível se fosse simplesmente filmada e transposta diretamente para o cinema, sem adaptações. Isto não significa, porém, que a peça em outdoor não deva estar, enquanto forma e conteúdo, integrada ao resto da campanha. É certo que todas as peças da campanha devem trabalhar em conjunto, integradas, mas sempre respeitando a individualidade da linguagem de cada veículo. O outdoor tende a dar melhores resultados quando ele é criado em conjunto com toda a campanha, e não quando ele se torna apenas um remendo das demais peças já criadas.

O outdoor é grande, mas não é dois – O conceito do tamanho do outdoor é relativo. Parece claro que ele se torna visualmente muito maior quando colocado, digamos, bem em frente à sua janela, numa rua estreita. Porém, ele visualmente diminui quando instalado nas grandes avenidas dos grandes centros urbanos. De qualquer forma, o outdoor é um veículo para ser visto de longe. Assim, acostume-se a discutir os layouts de outdoor olhando para eles a uma distância de alguns metros. Este distanciamento permitirá que o layout transmita, com maior realismo, a sensação que o cartaz terá na rua, depois de colado. Como regra básica, adote o seguinte: um layout de 16 por 48cm, colocado a uma distância de 5,5m, proporcionará a mesma visibilidade de um outdoor avistado de 100 metros, numa via pública.

Conheça as limitações e as possibilidades físicas do outdoor – É possível ao criador publicitário extravasar os limites da própria tabuleta, através dos apliques especiais. Esta possibilidade se constitui numa ferramenta do homem de criação, e, como toda ferramenta, pode ter resultados geniais ou desastrosos, dependendo apenas da sua utilização. O aplique (qualquer elemento adicional às 32 folhas, aplicado sobre o cartaz) é uma ferramenta opcional, mas a impressão através de 32 folhas é uma característica compulsória do veículo. Da mesma forma que o aplique, este sistema de colagem pode ter resultados positivos ou negativos: é só questão de saber trabalhar com as 32 folhas. A característica da divisibilidade do outdoor permite a exibição de cartazes onde uma parte da mensagem permanece fixa em todas as tabuletas exibidas, e uma outra parte varia de tabuleta para tabuleta. Este expediente pode ser utilizado, por exemplo, numa campanha que envolva uma rede de lojas com diversos endereços, onde todos os cartazes teriam uma parte em comum, mas os endereços variariam de acordo com o bairro onde se localiza o cartaz. Há o exemplo do lançamento do Shopping Center Norte (São Paulo), onde apenas uma folha do cartaz era substituída diariamente, indicando a contagem regressiva para a inauguração do shopping, com o mesmo grau de agilidade da televisão, do rádio e do jornal. Outro caso aconteceu em janeiro de 1981, quando o então Ministro Delfim Netto solicitou ao Grupo Pão de Açúcar a adesão à campanha “Poupe Mais, Produza Mais”, num momento em que os cartazes do Jumbo-Eletro já estavam colados. Por solicitação especial de Luiz Fernando Furquim, da P.A. Publicidade, folhas adicionais com o slogan da campanha de Delfim foram impressa e coladas sobre os outdoors, num prazo recorde de três dias. Esta mesma divisibilidade, útil em vários casos, pode vir a atrapalhar a boa visualização do cartaz, quando o layout não levar em consideração as emendas existentes entre as 32 folhas. Deve-se procurar evitar que detalhes importantes da peça recaiam justamente sobre essas emendas.
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Mídia e Impressão

Mídia
A própria razão de ser do outdoor
Outdoor é mídia por natureza. Enquanto nos demais veículos de comunicação, a propaganda é um suporte financeiro inserido dentro de um contexto editorial, no outdoor ela é tudo – razão de existência do próprio meio. Uma emissora de rádio ou TV, um jornal, uma revista ou um cinema podem sobreviver sem publicidade. O outdoor não; ele é a própria propaganda em si. Apenas este dado já seria suficiente para provar que o outdoor é uma mídia muito específica em relação às demais, mas o veículo ainda possui outras particularidades que devem ser levadas em conta na hora da elaboração de um plano de mídia:

1. O outdoor é um veículo eminentemente urbano – Instalado no perímetro urbano das capitais e principais municípios brasileiros, o outdoor dirige sua mensagem basicamente à população das cidades. Já que a manutenção quinzenal que o outdoor requer encareceria demais a instalação de cartazes em estradas ou rodovias, a mensagem nele veiculada está sempre atingindo a um tipo de consumidor urbano.

2. O outdoor não pode ser desligado – Fazendo uma analogia ao lugar-comum que diz que “a televisão invade os nossos lares”, podemos afirmar, da mesma forma, que ö outdoor invade as nossas cidades”. Com uma diferença: ninguém desliga um cartaz. Praticamente, o outdoor é uma mídia compulsória. Ela está nas ruas, praças e avenidas, aberta a toda população. Não necessita ser comprada, nem ligada, nem folheada. Não se cobra ingresso para vê-la. O consumidor é indefeso a uma mensagem veiculada em outdoor. Por isso mesmo o outdoor é um veículo que carrega consigo uma enorme responsabilidade social, maior até que a da televisão, que pode dividir sua programação em faixas de horários. É importante que a mensagem a ser veiculada num outdoor não venha a agredir, de forma nenhuma, aos diversos públicos-alvos a que ela se expõe, sob pena de criar uma antipropaganda. Neste sentido, todos os cuidados são tomados, e nunca ocorreu nenhum tipo de problema entre o Conar (Código Brasileiro de Auto- Regulamentação Publicitária) e uma propaganda veiculada em outdoor.

3. A cobertura do outdoor é irrestrita. Porém, segmentada – Em função do caráter compulsório do cartaz, pode-se concluir que ele atinge a toda a população que circule pelas ruas, independente de sexo, classe social ou faixa etária, numa cobertura abrangente que só excluiria, a rigor, os cegos ou as pessoas que não saíssem de casa. Isso não significa, porém, que o outdoor não possa atingir a segmentos específicos da população. Tal segmentação é perfeitamente viável na medida em que o anunciante tem total liberdade para escolher o local geográfico onde sua mensagem será veiculada. Exemplo : parece claro que uma campanha programada para ser colada apenas na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro atingirá um público totalmente diferente de uma outra campanha veiculada na periferia de João Pessoa. A segmentação também é possível na medida em que podem ser estudados roteiros específicos de veiculação que cubram, por exemplo, as imediações de escolas e faculdade, de supermercados, shopping-centers, de estádio de futebol em dias de grandes jogos, de autódromo em época de Fórmula-1 e assim por diante. Em outras palavras, o outdoor, como meio de comunicação, tem um tipo de versatilidade que permite diversas formas de segmentação de público. Tudo é uma questão de como a veiculação foi planejada. Ele pode cobrir todo o país ou apenas um único bairro. Pode falar de produtos sofisticados para um público residente nas regiões mais ricas de cada cidade, ou pode desencadear uma campanha de higiene e saúde em volta de grandes favelas.

4. Cada um vê outdoor ao seu jeito – A segmentação de público que o outdoor propicia não se restringe apenas à sua versatilidade geográfica. Pesquisas mostram que cada grupo social tem uma maneira diferente de observar um cartaz. De uma maneira geral, conclui-se que as classes mais elevadas tendem a prestar mais atenção nos cartazes que as menos abastadas, por uma simples questão de interesse. Ou seja, o consumidor que tem poder aquisitivo maior está mais aberto à mensagem publicitária do outdoor pelo simples fato dele, potencialmente, ser um comprador daquilo que se anuncia. Em outras palavras, ninguém presta muita atenção numa mensagem que não lhe diga respeito por mais que esta mensagem esteja aberta e clara. O fenômeno é interessante. Um cartaz de um automóvel de alto luxo pode até passar despercebido se colado numa região geográfica pobre. Quinze dias depois colado exatamente sobre a mesma tabuleta, um artaz anunciando, digamos, um show popular, pode proporcionar um enorme recall. Isto significa que a mensagem por si só escolhe o seu público alvo. Da mesma forma, as crianças são mais impactadas pelo outdoor que os adultos, posto que elas possuem maior percepção visual. O outdoor também se mostra um meio de grande penetração entre os jovens adolescentes, fato perfeitamente compreensível se levarmos em conta que geralmente o adolescente sai muito às ruas, o que o coloca em contato constante com o outdoor.

5. A freqüência do outdoor é constante e intermitente – Existem vários veículos de comunicação cuja freqüência (falando em termos específicos de mídia) é perfeita e claramente mensurável. No rádio, por exemplo, o profissional de mídia trabalha com números bastante concretos quando calcula o número de inserções que ele programará por dia, bem como a audiência que as pesquisas indicam para esta ou aquela emissora. Já no outdoor, o termo freqüência assume outras características. Isso porque o outdoor está no ar 24 horas por dia, durante 15 dias ininterruptos, nas mais diferentes ruas e avenidas de várias cidades. Como calcular sua freqüência ? Como calcular quantas pessoas por dia estão vendo uma mensagem em outdoor ? Como calcular quantas vezes um consumidor foi impactado pelo mesmo cartaz, num determinado período? Como se percebe, as pesquisas de mídia para o meio assumem características bem específicas. De qualquer maneira, ö outdoor é a forma mais eficiente e rápida de se massificar o tema de uma campanha. Colocam-se anúncios no rádio, na televisão, na mídia impressa, mas efetivamente, uma campanha só ganhará as ruas – ou massas que circulam, motorizadas ou não – quando seu tema é estendido ao outdoor.

Impressão
Gigantografia O outdoor ampliando ponto a ponto
No final dos anos 50, iniciou-se uma série de estudos objetivando a introdução da fotografia em substituição ao trabalho dos desenhistas, no cartaz publicitário. Em 1963 começaram a surgir os primeiros trabalhos em gigantografia, ou seja, o processo de ampliação do fotolito na impressão off-set. A gigantografia é facilmente perceptível quando nos aproximamos de um cartaz impresso a partir de um fotolito reticulado: os pontos da retícula, que numa impressão normal só poderiam ser vistos através de um conta-fios ou lente de aumento, são perfeitamente visíveis a olho nu, no outdoor. Essa visibilidade dos pontos é possível, pois o fotolito em questão foi ampliado várias vezes, ou seja, ele passou pelo processo de gigantografia. Não devemos confundir gigantografia com off-set. Gigantografia é o processo de ampliação pelo qual passa o fotolito. Off-set é o processo de impressão que se utiliza deste fotolito, como se vê a seguir.

Impressão em off-set
No sistema off-set, utilizado atualmente para a impressão de cartazes, a agência de propaganda ou o anunciante providenciam para a gráfica o fotolito do cartaz a ser impresso. Este fotolito é do mesmo tipo utilizado para a impressão de folhetos ou anúncios em revistas, não necessitando de nenhuma preparação especial. Ele deve ser fornecido para a gráfica no formato 16 x 48cm. É na gráfica que o fotolito passará pelo processo de gigantografia, sendo ampliado para o seu tamanho real de 8,80 x 2,90 metros. Obviamente não existe um fotolito nestas dimensões, nem máquinas capazes de imprimir um cartaz por inteiro. Desta forma, o processo de gigantografia é realizado por partes, ou seja, cada uma das 32 folhas tem o seu próprio fotolito e sua própria impressão, isoladamente. Se a folha for impressa a quatro cores, ela terá quatro fotolitos, quatro chapas e passará por quatro impressões, fazendo com que um cartaz de 32 folhas impresso em quadricromia total (quatro cores em todas as suas folhas), necessite de (32 x 4 ) 128 fotolitos e 128 chapas de impressão. A gráfica recebe da agência ou do anunciante a seleção de cores do cartaz a ser impresso – os fotolitos amarelo, ciam, magenta e preto e suas respectivas provas – no tamanho 16 x 48cm, positivos. Coloca-se sobre cada um destes quatro fotolitos um acetato transparente que demarca proporcionalmente o tamanho das 32 folhas que comporão o cartaz. A partir daí, bate-se um negativo dos fotolitos marcados, obtendo-se como resultado um filme negativo já quadriculado. Estas marcas dividem o filme em retângulos de 4 x 6 cm, que são ampliados (sem que o filme seja desmontado) um por um, já no tamanho real da folha (1,12 x 0,76m de área total, que resultam em 1,10 x 0,74m de área útil de impressão). Do pequeno retângulo negativo obtém-se uma ampliação positiva. Depois de ampliado, este fotolito gigante é revelado, seco e utilizado para a gravação da chapa.

Gravando a chapa
Ampliado, o fotolito é utilizado para a gravação de uma chapa de alumínio gratinada (formato 0,80 x 1,20m), que vai entrar na máquina off-set para imprimir o papel. A chapa é umedecida, sensibilizada com uma camada de emulsão fotográfica, para posteriormente ser gravada pelo fotolito positivo. Chega-se assim à chapa gravada em negativo, que necessita ser positivada antes de ir para a impressão. Para isso, aplica-se sobre a mesma uma camada de esmalte que adere apenas onde não há emulsão. Sobre ele é depositado um pó preto chamado tinta tampão e um secante também de cor preta. Após a secagem, a chapa é lavada, a emulsão é limpa e ela está, consequentemente, positivada.

Papel
Para a impressão, o papel utilizado é o monolúcido 75 gramas, ou similar, ideal para o outdoor por ser ligeiramente brilhante de um lado (o que proporciona cores mais vivas) e áspero do outro lado (o que facilita a colagem). Além disso, é um papel que oferece a resistência suficiente para as intempéries a que se submete o cartaz.

Tintas
No início, a tinta utilizada na impressão do outdoor era importada. Uma tinta bastante densa, própria para resistir às condições do clima. Com o passar do tempo, os custos de importação se tornaram muito altos e a tinta passou a apresentar uma concentração cada vez maior de carbonato de cálcio (também conhecido como “carga” ), o que a tornava mais pesada. Em meados da década de 60, as gráficas enfrentavam não só o problema de custos como também o de peso, já que, em média, 1.000 cartazes consomem 250 quilos de tinta. A solução encontrada pelas gráficas foi o desenvolvimento de estudos para a fabricação de suas próprias tintas. Passou-se então a importar somente os pigmentos, com o verniz sendo fabricado dentro das próprias gráficas. Desta forma, tornou-se possível a fabricação de uma tinta compatível ao mercado e às condições climáticas brasileiras.

Impressão em serigrafia
Alternativo ao off-set, o sistema serigráfico utilizado na impressão de cartazes é indicado normalmente quando o anunciante necessita de uma pequena tiragem em outdoor (algo em torno de 1 a 80 cartazes). A serigrafia tem condições de proporcionar um custo mais econômico que o off-set, embora possua restrições quanto à rapidez e às possibilidades técnicas. A impressão é análoga ao off-set, embora manual e praticamente artesanal. Usualmente a gráfica recebe a arte-final do cliente (não é necessário fotolito), quadricula-a nas medidas proporcionais à folha e, através de projeção óptica, faz as ampliações quadro por quadro, cor por cor, analogamente ao off-set. Com a diferença que estas ampliações são feitas em papel, e não em filmes de fotolito. Estas folhas de papel são utilizadas para gravar as telas de nylon próprias de qualquer processo serigráfico normal. Cada tela, em serigrafia, corresponde ao que seria uma chapa metálica, no off-set. Manualmente, a impressão é feita da tela para o papel. Impressas as folhas (quer pelo processo serigráfico, quer pelo off-set), elas são refiladas, dobradas, numeradas e despachadas para que as empresas exibidoras realizem a colagem.

Texto reproduzido com a permissão do autor.
Fonte desta matéria onde você poderá saber mais:
Fonte

Apesar do outdoor ser impresso no tamanho de 8,80 x 2,90 metros tudo começa com uma arte de 48cm x 16cm.
Um bom material sobre Outdoor
Gabarito em Corel Draw(PC)
Gabarito em Illustrator(Mac)

RETIRADO DO BOG http://bloggdoed.wordpress.com/2008/04/29/outdoor-tutotrial/

Entrevista de Emprego.

retirado do site praticandohumor. (clique aqui e veja o post).

Respostas (fato verídico) dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame de 29/08/04, página 114.

Entrevistador – Como você administra a pressão?
Candidato – Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.

Entrevistador – Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato – O senhor poderia repetir a pergunta?

Entrevistador – Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato – Bom desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.

Entrevistador – Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato – Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.

Entrevistador – Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato – Que ótimo. E já conseguiram prender algum?

Entrevistador – Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato – Muito pelo contrário. (essa foi demais)

Entrevistador – Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato – Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.

Entrevistador – Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato – É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador – E qual é a sua idade?
Candidato – Com óculos ou sem óculos?

Entrevistador – Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato – Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.

Entrevistador – Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato – Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?

Entrevistador – Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato – Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.

Entrevistador – Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato – Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.

Entrevistador – Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato – Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.

Entrevistador – Quando digo ‘Sucesso’, qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato – Pode ser duas palavras?
Entrevistador – Pode.
Candidato – Milho. Nário.

Bem vindo ao futuro!

Um vídeo futursita da Ericsson.
Sensacional.

Porque ter um web site?

Por que é importante para a empresa, independentemente do porte, ter um site?

A partir do momento em que a Internet virou um meio de comunicação e começou a tomar a forma que conhecemos hoje, com interfaces gráficas para mostrar conteúdo grandes empresas perceberam a importância de aparecer também neste novo meio de comunicação. Isso aconteceu principalmente no início dos anos 90.

Hoje a Internet é um meio de comunicação de massa e ter um site não é só sinônimo de empresa dinâmica, antenada com o futuro ou preocupada com a divulgação de seus produtos e com o seu marketing. É essencial como cartão de visitas online. É uma forma simples e eficaz de divulgar seus produtos e serviços. É como oferecer atendimento 24 horas sem ter um atendente na empresa.

É na Internet que as pessoas encontram nomes, endereços, produtos, serviços e informação. Se a empresa possui um bom site, é através da Internet que seu cliente pode ver a empresa por dentro, ter conhecimento de seu potencial e de sua estrutura.
Site é apresentação da empresa. É quase um selo de qualidade. Se a empresa não tem uma página na Internet as pessoas hoje colocam em dúvida sua credibilidade e seu potencial. É comum ouvir: “Ih… Não tem nem site. Esta empresa, não deve ser uma empresa muito boa”.
Outro ponto importante para se dedicar a construção e manutenção do site da empresa é aparecer nos principais sites de busca do mundo todo. Ainda nos anos 90, surgem os grandes sites de busca na Internet, hoje, principal fonte de pesquisa para serviços, produtos e informação.

Ter a empresa listada entre as outras que já estão lá é importante e mantêm a empresa aparecendo entre as concorrentes. Torna a empresa competitiva. Os sites de busca foram o impulso na corrida das grandes empresas para aparecerem também na Internet. As pequenas vieram na seqüência, a partir do momento que hospedar e criar sites ficou mais fácil e viável com hospedagem de sites a um custo baixo.

Há pesquisas que confirmem a efetividade do canal para ampliar a visibilidade da empresa, tornando-a conhecida e, conseqüentemente, contribuindo para atrair clientes?

Hoje, são cerca de 22 milhões de usuários ativos no país. Amanhã será muito mais. O uso de Internet no domicílio vem crescendo de forma constante ao longo de todo este tempo, apesar das diversas crises na economia nacional e mundial, indica pesquisas do Ibope/ Net Ratings, um dos principais órgãos, com atuação mundial, de medição da audiência na Internet e o comportamento dos internautas no mundo.

Segundo um índice de varejo online divulgado pela a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e a consultoria E-Consulting o mercado brasileiro totalizou um aumento de vendas online, em 2006, de 43% superior ao registrado no ano passado.

Ficar fora da Internet diante desta evolução é comparado ao suicídio para uma empresa. Outro fato importante é que brasileiros superam americanos em tempo na Internet.
A média do uso da Internet já quase chega a 16 horas diárias. Ou seja, o homem, a mulher, o jovem, a criança, o consumidor , o fornecedor, o cliente, enfim, o público alvo está na Internet.

O desenvolvimento dos projetos de inclusão digital colocam cada vez mais brasileiros conectados a grande rede. “O cliente de sua empresa pode estar neste momento na própria empresa, na escola, na universidade, na biblioteca, no cyber café, no trabalho, em casa.

Investir na divulgação de produtos e serviços pela Internet pode ser extremamente vantajoso pelos seguintes motivos:

Primeiro, possibilidade de retorno imediato. Ao divulgar um produto no seu site ou em outro site de grande visitação, você tem resultado imediato em vendas. Através de um simples clique. Diferente de um anúncio em revista, por exemplo, onde o resultado é visto a longo prazo ou através de pesquisa.

Segundo, com a tecnologia disponível hoje, os canais de divulgação, como os portais, podem selecionar o perfil do internauta que vai ver sua mídia. Por idade, por sexo, por região, profissão, interesse, comportamento na Internet. Ou seja, um tiro direto no público alvo. A comparação aqui vale com outdoor, onde não há como selecionar seu público.

Terceiro, o site bem estruturado pode possibilitar conhecer melhor seus visitantes através de pesquisas e enquetes. Além disso, um formulário de contato bem organizado pode trazer informações importantes sobre seus clientes para atendê-lo melhor, garantir satisfação e entrar em contato em outro momento para divulgação e apresentação da empresa.

Existem levantamentos sobre o número de empresas brasileiras que atualmente possuem sites?

Dizer quantas empresas estão atuantes na Internet hoje é difícil, se são grandes ou pequenas, também. Mas através dos registros de domínios feitos por Pessoa Jurídica temos uma dimensão da situação no país.

Hoje, são 700 mil entidades cadastradas com seu CNPJ, na Fapesp, órgão governamental administrador dos domínios registrados no Brasil. São entidades com sites prontos ou prontas para construção deles. Só no último mês, 50 mil novos domínios foram cadastrados por empresas. Isso mostra o interesse crescente pela construção de sites e a preocupação dos donos de empresas que mesmo sem o site, pensam em um dia, construí-lo e já reservam seunome.com.br para que não percam a oportunidade de ter o nome da empresa na Internet.

Por que é importante que o site seja feito por profissionais?

Cuidado com a escolha do “sobrinho”. Ajudar a família é bom, mas pode não ser o melhor para a empresa. “Meu sobrinho sabe fazer site e vai fazer de graça”. O site é a identidade da empresa na Internet. É importante que o responsável na empresa pelo site verifique se o “sobrinho” tem realmente condições de atender suas expectativas. A economia de agora pode custar reformulação de site e apresentação ruim da empresa diante de centenas de visitantes na Internet.

Por atendimento/planejamento compreendem-se as tarefas de assistência ao cliente da agência, estudo de suas características, compreensão de seus problemas, oportunidades e planejamento dos trabalhos e tarefas a serem realizados para a solução desses problemas e/ou aproveitamento das oportunidades de comunicação dos clientes.

Pode-se definir o profissional de Atendimento de uma Agência de Propaganda como aquele elemento capaz de agir como Agência e pensar como Cliente. Agir como Agência, tendo completo conhecimento das técnicas de comunicação, das múltiplas opções de utilização dessas técnicas e da melhor forma de administrar as ações definidas. Pensar como Cliente, tendo absoluto controle das informações da empresa e do mercado, agindo objetivamente na busca de resultados, maximizando a utilização das verbas e orientando as técnicas de mensuração de retorno para eventuais correções de rumo.

Em resumo, o profissional de Atendimento é o responsável pela liderança no processo de comunicação, tanto dentro da Agência, quanto dentro do Cliente. Ele é o catalisador capaz de fazer o Cliente reagir perante o mercado e a Agência agir perante o desafio.

Fazer o cliente reagir perante o mercado, analisando seu posicionamento perante a concorrência, definindo objetivos e aprovando as decisões estratégicas das ações a serem implementadas.

Fazer a Agência agir perante o desafio, analisando os objetivos propostos, criando alternativas e opções de ação e implementando taticamente as decisões estratégicas sugeridas e aprovadas.

O envolvimento, portanto, do homem de atendimento e de sua Agência nas decisões de Marketing do Cliente passa a ser cada vez mais solicitado, quase exigido. O Cliente espera de sua Agência uma participação efetiva na formulação de alternativas estratégicas, no acompanhamento de desenvolvimento dos produtos e na análise das oportunidades de mercado.

Assumir ou não os riscos de envolvimento no Marketing do Cliente tem sido uma das questões mais discutidas pela direção das Agências de Propaganda. Visto por alguns como a única maneira de desenvolver um trabalho sério e profissional em comunicação, tal fato é ainda encarado por outros como uma atitude preocupante, muito arriscada.

Enquanto, pelo lado do Cliente, o Atendimento é forçado a corresponder às expectativas cada vez maiores de envolvimento profundo na vida do produto desde o seu nascimento, passando pelo desenvolvimento, até sua performance em campo, na Agência ele é cobrado exatamente no sentido inverso, na sua capacidade de rapidamente gerar campanhas , faturar e deixar o resto com o cliente.

Hoje, uma Agência só poderá colaborar eficientemente para o sucesso de seu Cliente se junto com ele, quase como uma sociedade, pensar como Cliente e, por outro lado, o Cliente baseado na mesma comunhão, deixá-la agir como Agência. E essa é a tarefa fundamental do Atendimento.

criação é a fase da geração das idéias, dos temas, dos slogans, das expressões, dos textos, das ilustrações, dos anúncios, dos filmes, dos sons e de todas as muitas formas de comunicação a serem combinadas e empregadas na transmissão das melhores mensagens publicitárias para cada caso de cada cliente, é setor de uma agência de propaganda, relacionada com a eleição de mensagens publicitárias. Na maioria das agências, este serviço realizado por duplas de criação (redatores e desenhistas). Após a criação, o anúncio é submetido à aprovação do cliente e passa, em seguida aos cuidados do pessoal de arte e de produção.

A dupla de criação – redator e diretor de arte trabalhando em conjunto é a célula dos departamentos de criação. Ao receber o briefing do atendimento, a criação inicia o seu trabalho. Muitas vezes o pessoal de dia, pesquisa e atendimento participa do processo de brainstorming. Primeiro, relaciona-se toda e qualquer idéia sugerida, sem nenhuma preparação em avaliar a sua adequação. Em uma segunda etapa, faz-se a seleção escolhendo-se as opções que melhor se enquadram dentro do briefing. Esta avaliação de idéias é importante verificar se elas podem ter vida longa, transformando-se em filão de campanhas, ou se não permitem um desenvolvimento para continuidade, esgotando-se em si mesmas.

Dentro do departamento de Criação, podem-se distinguir vários setores e cargos:

Diretor Geral de Criação – Tudo o que é criado passa por ele antes de sair do departamento. Além da função técnica, faz também a administração do seu departamento.

Dupla de Criação – São aqueles que realmente fazem a campanha. É composta pelo redator e pelo diretor de arte, ambos também chamados de diretores de criação.

mídia é a tarefa de seleção dos veículos de comunicação mais adequados para atingir o público-alvo nos momentos mais propícios, evidentemente buscando-se a maneira mais econômica e indicada para cada caso em particular.

Também cabe à mídia, após a seleção dos veículos mais acertados, as tarefas de execução, negociando e comprando espaços, autorizando as veiculações e fazendo seu controle.

Quando a agência é mais sofisticada, existem também áreas especializadas em pesquisa, produção gráfica e eletrônica (som e imagem), tráfego (dos trabalhos por entre as áreas da agência) e até outras ferramentas de comunicação (relações públicas, promoção, merchandising, etc.)

Cada área da agência pode estar constituída de uma ou até de muitas dezenas de pessoas, dependendo do tamanho e estrutura da empresa

Segundo a R&B Propaganda uma agência funciona mais ou menos assim:

Quer viver todas alegrias e tristezas deste universo? Então, corre atrás meu amigo! A primeira coisa a se pensar é em qual área você vai querer atuar. Se você ainda não sabe quais são os departamentos de uma agência, confira aí, algumas divisões. Não é uma divisão fixa e obrigatória, mas dá uma idéia de como funciona o fluxo de informação na PP.

Atendimento – O cliente chama, ou a gente corre atrás de uma nova conta. Isso aí é a responsabilidade do atendimento. É essa pessoa que faz o contato junto ao cliente. Uma função básica e muito importante de quem atua neste cargo, está no briefing. Não sabe o que é isso? Ta bom: é o resumo de todos os desejos, idéias, necessidades, argumentações, enfim, todas as informações sobre o trabalho a ser desenvolvido. O atendimento é quem busca o que o cliente quer e apresenta o trabalho pronto e tem de estar sempre por dentro de tudo que acontece na agência.

A redação – Chamadas, títulos e a própria redação. Tudo que é texto ta na mão dessa gente. Escrever até que é fácil, difícil é revisar, revisar e revisar. Afinal, por uma letra, o que era nunca, passa a ser nuca, e já viu no que isso pode dar.

A direção de arte – Aqui a porca torce o rabo. É a transformação das idéias e conceitos em fotos, traços e ilustrações. É onde a imagem se materializa. Muita criatividade e imaginação. É importante o cuidado com a finalização dos arquivos.

Direção de criação - É quem coordena a dupla de criação – parceria entre direção de arte e redação. Aprova ou não a idéia em qualquer nível. Ele é quem coordena o processo de criação.

Mídia – É a pessoa que cuida de toda a utilização da verba do cliente. Faz o levantamento de como investir e onde investir. Para esta campanha a gente usa outdoor ou busdoor? Fale com o mídia, que ele tem a resposta.

Planejamento – Posicionamento de marca, investimento em um novo mercado, ações, estratégias e muito mais. O nome já diz tudo: esse cara planeja mesmo, em diversos casos e para vários fins. Quer investir e não sabe onde? Pede pro planejamento que a resposta ta na ponta da língua.

Pesquisa – É de onde vem a referência e a informação. Vamos dizer que é daqui que sai a direção para a idéia. Aqui nasce o roteiro para uma boa peça ou campanha.

RTVC – Que tanto de letrinha! Mas o serviço é simples de entender e difícil de executar. Com existe a pessoa da produção que cuida do material gráfico, o RTVC é quem cuida das peças de mídia – leia-se rádio, TV e cinema. Responsabilidade e muita habilidade!

Produção
– Depois de tudo pronto, conferido, revisado e abençoado – no caso de peças impressas -, é hora de ir para a gráfica. E é fundamental o acompanhamento da materialização da peça fora da agência. Fotolito, gráfica, prova e todo os tramites.

O tráfego
– Nem toda agência tem esse funcionário especificamente. Organizar o fluxo de trabalho, essa a função de quem está neste cargo. Determinar quem faz, encaminhar o orçamento, coordenar a entrada de cromos, a saída de arquivos. Tudo isso e, ainda, conseguir garantir um funcionamento ágil e eficiente da criação em conjunto a todos outros departamentos.

Bem vindo.

Bem vindo ao Blog da Agência 3w7.

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Uma agência completa, oferecendo a você uma vida melhor!

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